Estudantes da FAT escrevem cartas a Malala após lerem o livro Malala, a menina que queria ir a escola 

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12/05/2021

Estudantes da FAT escrevem cartas a Malala após lerem o livro Malala, a menina que queria ir a escola

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Estudantes da FAT escrevem cartas a Malala após lerem o livro Malala, a menina que queria ir a escola

A história inspiradora do livro Malala, a menina que queria ir a escola, da jornalista Adriana Carranca, foi trabalhada em sala de aula com os alunos das turmas do 7º e 9º anos da FAT – Faculdade e Escola de Tapejara. A professora de português, Vanderlusa Zanandrea, propôs que após a leitura da obra, os alunos escrevessem uma carta a Malala.

Os estudantes da FAT conheceram e reconheceram a história de Malala, em que ela com a coragem e empoderamento,  mostra que criança tem voz sim ao defender a educação feminina. Com tudo isso, eles escreveram cartas cheias de empoderamento e em defesa da igualdade e valorização feminina.  

Muito orgulho desses estudantes!

 

História de Malala

A história da adolescente paquistanesa Malala Yousafzai se tornou famosa no mundo todo, pela coragem e empoderamento ao mostrar que criança tem voz sim e defender a educação feminina. Quando o grupo extremista Talibã tomou controle do vale do Swat, Paquistão, cidade aonde nasceu Malala, e começou impor regras, como proibir a música e a dança, baniram as mulheres das ruas e determinaram que somente os meninos poderiam estudar.  Malala que foi ensinada desde pequena a defender aquilo em que acreditava começou a lutar pelo direito de continuar estudando. Ela fez das palavras sua arma. Ao levantar a voz pelos direitos igualitários que a  educação deve ser acessível para meninas e meninos, ela quase pagou com a vida.  Em 9 de outubro de 2012, aos 14 anos, Malala foi baleada por membros do Talibã. Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.

A recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para as salas das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz.

Ela apresenta às crianças a história real dessa menina que é um grande exemplo de como uma pessoa e um sonho podem mudar o mundo. 

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