FAT apura o olhar pedagógico nas aulas remotas para obter melhores resultados nos processos de ensino aprendizagem 

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22/03/2021

FAT apura o olhar pedagógico nas aulas remotas para obter melhores resultados nos processos de ensino aprendizagem

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FAT apura o olhar pedagógico nas aulas remotas para obter melhores resultados nos processos de ensino aprendizagem

A Escola aberta, cheia de crianças e adolescentes circulando era a expectativa do início do ano letivo. Poucos dias depois da volta às aulas, uma bandeira preta fez com que a rotina escolar diária tivesse que, mais uma vez, esperar para acontecer. A sala de aula foi, de novo, trocada por uma tela de computador, celular, tablet. Se em 2020 a presença da tecnologia era novidade, em 2021 se tornou lugar comum e, se no passado a preocupação era aprender a usar os recursos digitais, em 2021 o desafio está em pensar em estratégias didáticas que envolvam e cativem o aluno a querer aprender nesse contexto desgastante.

O desafio da educação em 2021 é entender a complexidade dos processos de ensino aprendizagem na condição remota e promover inovação nas práticas e rotinas pedagógicas. Pensando nisso, a FAT tem realizado reuniões e capacitações envolvendo professores, coordenação e direção a fim de ampliar conhecimentos, discutir novas ideias para o contexto e traçar novas estratégias para a educação. O foco desses movimentos converge em uma única proposta: qualidade no ensino seja presencial, remoto ou hibrido.

Segundo a diretora geral da FAT, Milena Berthier Bandeira, a instituição vem estimulando os professores a diversificarem os recursos de ensino de maneira que não haja maior desmotivação por parte dos alunos.

 “Não temos dúvida de que é na escola que estes gostariam de ter aula, mas como isso não é possível, precisamos tornar nossas aulas atrativas para estimular o engajamento dos alunos”, completa Milena.

Se em 2020 foram necessários movimentos para a implantação de diversas ferramentas tecnológicas na rotina de professores, alunos e famílias, agora a FAT avalia o tempo de exposição às telas e as possibilidades de aprendizagem para além delas.

 “Não é porque estamos no sistema remoto que as aulas precisam ser baseadas em modelos 100% digital”, pontua a diretora. Neste sentido a FAT está buscando mecanismos para que o processo de ensino seja mais efetivo, respeitando a quantidade de acesso e relacionamento com os recursos digitais. O ano passado tudo era novidade, alunos eram motivados a aprender com essas novas ferramentas, mas esse ano já não é novidade, portanto a prática pedagógica e os processos de avalição precisam ser repensados, e a FAT vem fazendo isso”, explica Milena.

 

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